domingo, 3 de maio de 2015

Pipocas, pipocas, pipocas e pipocas...

Boa Dominguera pessoal!

Hoje falar um pouco de um vício que tenho desde os primórdios da minha tenra vida terrestre! Hahaha
Pipocas... Piiiipocas... Pipooooca... PIIIIIIIIPOOOOOOOCAAAAA... Enfim Pipocas e mais pipocas...
Já dizia aquele velho ditado:

“Pipoca na panela
Começa a arrebentar
Pipoca com sal
Que sede que dá

Pipoca e guaraná
Que programa legal
Só eu e você
E sem piruá!
Que tal?

Quero ver pipoca pular
(pipoca com guaraná)

Eu quero ver pipoca pular
(pipoca com guaraná)

Quero ver pipoca pular, pular
Soy loca por pipoca e guaraná

Ah, ah, Guaraná!”

Celebres frases. Faz-me chorar... Hahaha

     Oque poucas pessoas sabem, é que assim como o milho comum, o milho pipoca também tem várias hibridizações bem como subespécies, e como eu, um assumido pipocolatra, corri atrás para tentar conseguir essas sementes e cultivar as que forem possíveis...
     E consegui, no momento tenho 6 tipos diferentes, sendo a amarela “padrão”, a branca graúda, a branca normal, a vermelha, a vermelha morango e a negra...

Segue abaixo uma breve explicação mais técnica sobre esse manjar dos Deuses...

     O cultivo do milho está presente na história dos povos mais antigos da América do Sul tanto para consumo próprio e moeda de troca. Só no Peru existem mais de 30 tipos diferentes do “CHOCLO”, milho antigo, que vão desde o amarelo, até o preto, mesclado e etc. Isso se deu graças a agricultura inteligente dos antigos peruanos, que souberam desenvolvê-lo em diferentes solos e climas.
     Entre a população mais pobre Europa Moderna (séculos XV a XVIII), a utilização do milho se deu principalmente em farinha grossa que dava substância e sustentação a sopas, papas e guisados confeccionados em suas pobres residências. A aceitação se deu principalmente a partir da Itália, onde o milho verde rapidamente suplantou seus antecessores (milheto e milho miúdo) e fez surgir uma das maiores tradições gastronômicas da Bota, a polenta. Aaaaai polenta!!!
     Em especial vamos falar sobre o milho pipoca, rico em carboidratos e principalmente fibras. Diante disso, pesquisas estão sendo feitas a fim de verificar como a pipoca pode auxiliar na saúde. Estudo realizado na Universidade de Scranton, nos Estados Unidos, mostrou que a casca do milho (pipoca) contém substâncias como polifenóis, que podem agir como antioxidantes inibindo a ação dos radicais livres no organismo, diminuindo o envelhecimento precoce, riscos de doenças cardíacas e oxidação de colesterol. 
Parte inferior do formulário
     Estudiosos chegaram a publicar que a pipoca possui maiores teores de polifenóis do que frutas e verduras. A explicação é que a pipoca possui apenas 4% de água, enquanto que os polifenóis são diluídos nos 90% de água que compõe muitas frutas e verduras. Porém, devemos ter uma opinião crítica a respeito do assunto uma vez que o consumo de vegetais deve ser priorizado na alimentação por serem fontes de vitaminas como a vitamina C (laranja, acerola, morango, maracujá), carotenoides (cenoura, beterraba, manga, abóbora), entre outros nutrientes importantes para manutenção da saúde, principalmente imunológica. 

     O consumo de pipoca em quantidade moderada pode estar relacionado à perda de peso. Isto porque como ela possui muitas fibras aumentamos o tempo de digestão no estômago levando a uma maior saciedade no indivíduo. Levando em conta que para que isso seja realmente benéfico ao organismo, devemos ingerir juntamente muito liquido, para que a “massa” formada seja realmente processada e “eliminada” com eficácia em nosso organismo...

Milhos Andinos

Um banco de sementes de pipocas do Brasil, não consegui referencia precisa

Primeira safra minha de um tipo, a segunda não tenho fotos, e garanto que muitas já foram degustadas... haha


Uma espiga que saiu no meio dessas desse ano, provavelmente teve alguma polinização cruzada... Torcer dedos para que consigam estourar e criar descendentes!!! :D

segunda-feira, 23 de março de 2015

Voltando as Atividades II... Haha!


Buenas!


 De novo voltando as atividades do blog... Depois de outro longo período...

   Segue abaixo então o trabalho em um bonsai de Caliandra rosa que realizei a alguns dias.

   Esse exemplar de caliandra, como podem ver na primeira foto, realizei a técnica misho, que consiste em começar a trabalhar em um bonsai pelo seu plantio, sendo isso exclusivamente por sementes.
   De todas as técnicas, essa com certeza é a mais demorada e árdua de se conseguir um bonsai de qualidade, pois pode-se facilmente adquirir uma muda de viveiro já com algumas características próprias, por mudas a partir de galhos, por alporquia, dentre outras...
   Porem escolhi essa técnica como padrão em meus exemplares, pois é extremamente gratificante acompanhar uma planta desde sua emersão, muitas vezes precisando ter que estratificar sua semente para que possa ocorrer a germinação.
   É, porque não, maravilhoso acompanhar desde suas primeiras folhas, galhos, ir moldando, arramando, conversando e até xingando quando elas não obedecem, e posso garantir... elas ouvem sim... e muitas vezes se rebelam fazendo com que surjam galhos aonde você não quer... Hahahah

   A primeira foto, esse exemplar que fora plantado, creio eu no começo de 2010, mostra sua primeira aramação, já imaginando todo seu potencial de crescimento, desde lá, somente deixando crescer naturalmente, e aparando conforme necessário. Na segunda e terceira foto, mostra seu antes e depois, justamente 5 anos depois. Nesse exemplar, não utilizei adubos específicos para auxiliar na "engorda" e nem nenhum procedimento para acelerar seu crescimento, para sua "casca" crescer e amadurecer conforme o tempo, bem como sua estrutura adquirir formato também naturalmente cônico...





   Agora basta orar para que ela entenda os lugares que quero que cresça... Hahaha

   Espero que gostem! E até mais!!!